terça-feira, 11 de novembro de 2008

Eu faço à minha moda!


Gente achei sensacional essa campanha que a Dani do Banana Craft, blog de manualidades diversas e que visito de longa data, pois sempre tive o maior apreço por artesanato, não sou como ela e muitas outras que tem pela rede, mas estou sempre futricando aqui e ali.

Voltando a campanha, gente é o máximo , tem um texto muito bem produzido que aconselho a vcs a darem uma lida. Resumindo: EU FAÇO À MINHA MODA nada mais é do que deixarmos de seguirmos paradigmas, imposições sutis de como devemos nos vestir, como deve ser o nosso corpo,e muitos outros. Esse último, então é de acabar com muitas(os) por aí. O que temos visto de apelo ao corpo perfeito, sem ter como foco a saúde, tem levado muita gente a frustações , infelicidade mesmo, pois muitas vezes, ou sempre, existe aquela comparação entre um e outro; comentários do tipo: "Meu, olha só que perfeição", "Nossa, que horror, olha só o pneuzinho daquela ali", é de chorar né!

E esse comportamento também acaba, se não tomarmos cuidado, entrando na nossa cozinha. Se não soubermos administrar bem as novidades, acabamosos por trocar o trivial delicioso de todo dia, pela excentricidade e exuberância de cardápios , que vamos falar a verdade, muitas vezes nem combina com o que somos.

Quero deixar bem claro e registrado, que amo a cozinha em toda a sua essência, só não quero me tornar escrava da modernidade, perdendo o hábito de apreciar o que me levou a enveredar por esse caminho: a alegria de fazer e servir pratos que vem do coração, pelo simples prazer de agradar aos paladares mais importantes, os da minha família.



"Porque onde estiver o seu tesouro, aí estará também o seu coração" - Mateus 6:21

7 Comments:

BananaCraft said...

Você entendeu perfeitamente o espírito da campanha Eu faço à minha moda! Concordo com você que a gente não pode se prender a padrões, nem mesmo na hora de cozinhar.
Beijo grande,
Dani

Magia na Cozinha said...

Ainda não li, mas parece super verdadeiro.
Na cozinha sou fiel ao nosso estilo de vida e gosto e passo a minha experiênica do dia-a-dia.
Eu cuido da saúde e do corpo, mas sem excessos, pois sei que nunca vou ser perfeita. Eu não nasci para miss.
Ótima iniciativa!
Bjs :)

Anônimo said...

TEMOS QUE PARAR DE FAZER A VONTADE DOS OUTROS, DE TENTAR AGRADAR OUTROS, DE NÃO VALORIZARMOS AS COISAS SIMPLES E BOAS , ACHANDO QUE NÃO AGRADAREMOS. vAMOS TENTAR VIVER O RESTO DE VIDA AQUI NESSA TERRA DA MELHOR FORMA POSSIVEL.
COLOCANDO SIM NOSSO CORAÇÃO NAS COISAS DE DEUS, POIS O TEMPO DO FIM ESTÁ PROXIMO!
PATRICIA - BH

Luciana Macêdo said...

Se nos amarmos mais, nos respeitaremos mais e a maneira como nos vemos será menos crítica dentro dos padrões que nos é imposto e cobrado.
A jornalista Leila Ferreira, que escreve para a revista Marie Claire, escreveu neste mês sobre à ditadura da magreza e o prazer de comer sem culpa. A reportagem tem com o título "Magreza é virtude".
Ela fala que ser magro passou a ser uma virtude assim como ser honesto. Magreza passou a ser um predicado exigido para a mulher em várias situações.
Vale a pena ler este "abre os olhos" sobre ao nosso comportamento.
Vamos ser felizes!!!
Beijinhos!!!

Gina said...

Goreti, também acho que essa padronização, esses rótulos, esse endeusamento ao corpo perfeito é um exagero.
Com relação à cozinha, gosto de experimentar ingredientes novos, mas se não me agradarem, não adianta, não direi que é bom só por ser chic ou coisa assim.
Bjs.

Cláudia said...

Goreti, adorei este movimento do BananaCraft. É isso mesmo, sermos nós mesmos é o que vale a pena, até os mestres de chefs de cozinha instruem seus alunos a não copiar nada francês, italiano, outros chefs famosos, temos que por em nossos pratos a nossa essência, assim como na criação de tudo em volta de nós! É tão bom ser autêntica, podem falar o que quiserem, seguir moda "tô fora"!

bjs

Valentina said...

Olha, ainda nao li o texto original mas pelo que li aqui sou a favor desta campanha. E vivemos num mundo duro, cheio de mensagens para nos conformamos - seja no jeito de vestir, no que comemos, etc..